murilo andrade
  Não me esquecerei desse dia

Era um dia nublado, pesado, destes que doem na alma. Seu pai falecera na noite anterior e agora ele se dirigia ao enterro. A face sombria. Nem sabia se estava o dia estava mesmo nublado, ou se era se o seu estado de espirito que fazia aparecer que estava. Talvez o dia estivesse ensolarado, todo os que conhecesse estivessem saindo de casa para ir a praia e quem sabe seu nem tenha morrido. E se tudo for apenas um sonho ruim, um pesadelo desses que todo mundo tem de vez em quando e quase sempre não lembra ao acordar.
Quem dera. O pai já era velho Já era a hora dele. E ele não ia querer me ver choramingando pelos cantos. É isso. Ele morreu e vou ter que aprender a conviver com isso. Tenho que guardar esse diapara passar aos meus filhos para que quando o mesmo acontecer comigo tomarem a minha atitude como experiencia. Mas de uma coisa eu tenho certeza eu serei tão bom pai quanto o meu foi. Isso é certo.
Adeus pai. Você definiu quem eu sou.



Escrito por murilo às 18:31
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